Internações compulsórias

Internações compulsórias

As internações compulsórias e a internações involuntárias podem confundir algumas pessoas que pensam que estes dois tipos de internações são a mesma coisa.

Porém, existe uma diferença entre uma e outra.

A confusão pode acontecer pelo motivo de ambas as internações serem realizadas sem o consentimento do paciente.

O contrário acontece na internação voluntária, que, como o nome sugere, é uma internação onde o próprio paciente aceita o seu tratamento na clínica de recuperação e assina o documento autorizando sua internação.

Mas voltando a falar sobre as internações compulsórias, já vimos que ela se assemelha às internações involuntárias pelo fato de ambas não necessitarem da autorização do paciente.

Já o que difere uma da outra, é quem precisa autorizar a internação do paciente.

No caso das internações involuntárias, a autorização da família do paciente é necessária. E nas internações compulsórias, nem mesmo a autorização da família é necessária.

Mas então, como é feita essa internação e quem a autoriza? É o que vamos saber a seguir.

As internações compulsórias são efetuadas com a autorização de um juiz de direito, após analisar um laudo médico, emitido pelo profissional da saúde, constando que o paciente não possui condições físicas ou psicológicas para responder por seus próprios atos.

Internações compulsórias: quando são necessárias?

As internações compulsórias são necessárias quando o paciente apresenta um perigo para a vida de terceiros e para sua própria vida.

A dependência química e alcoolismo são doenças que afetam a saúde mental do indivíduo. São, na verdade, transtornos mentais, segundo a própria OMS (Organização Mundial da Saúde).

E dependendo do grau, os transtornos mentais impedem que a pessoa tome decisões racionais, muitas vezes tornando-se agressivas.

Daí então entra a questão de serem um perigo para outras pessoas e para si próprias, com tentativas de suicídio ou tomando atitudes que coloquem suas vidas em risco.

Além disso, é comum que tanto o dependente químico, quanto o alcoólatra tenham uma atitude de negação.

Isso significa que dificilmente aceitam que estão doentes. No caso do alcoólatra, ele pode alegar que bebe muito, mas que pode parar quando quiser e que não precisa de tratamento, muito menos ser internado em uma clínica de recuperação.

Por mais que alguns pensem que a internações compulsórias podem violar os direitos do paciente, não é assim que acontece.

A internação compulsória está prevista em lei (Lei 10.216/01, art. 9º). As internações compulsórias, apesar de serem realizadas contra a vontade do paciente, sempre devem ser realizadas de uma forma que a segurança e integridade física sejam respeitadas.

Nós, do Ache Clínicas de Recuperação, trabalhamos e indicamos clínicas de reabilitação que contem com uma equipe profissional treinada e qualificada para fazer resgates relacionados às internações compulsórias.

A equipe sempre se preocupa com a integridade do paciente, fazendo um resgate seguro e o mais tranquilo possível. Tanto para o próprio paciente quanto para seus familiares.

Todas as nossas clínicas parceiras possuem resgate 24 horas por dia, 7 dias por semana. Pois quando estamos falando em internações compulsórias, sabemos que elas acontecem nos momentos mais inusitados.

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